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A Sua Excelencia Sr. Landammann Amrhyn, Schultheiss e Conselheiros do Alto Cantao de Lucerna.
Como antigo concidadao, e para o bem dos meus pobres e queridos companheiros colonos nas verdadeiramente bem denominadas “florestas virgens” do Brasil, do Cantao de Lucerna, permito-me a liberdade de enviar esta carta a Vossas Excelencias, com o sincero pedido de que a considerem digna de investigacao e reflexao.
Ja escrevi sobre o mesmo assunto em agosto deste ano ao Sr. Eduard Pfyffer, Presidente do louvavel Conselho de Policia. Mas como cartas anteriores enviadas pela casa Bourdon & Fry em Bordeaux nao chegaram, quis aproveitar esta oportunidade e enviar em anexo atraves do Sr. Del. Frey, filho do Sr. Postmaster em Olten, que escreve ao seu pai — com o cuidado do Sr. Thermin no Rio.
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Ainda sempre, como dignos membros de nossa antiga autoridade, Altamente Estimados Senhores...
Sabemos que os Altos Governos de varios cantoes (tambem Alemanha e Inglaterra etc.) enviaram subsidios em dinheiro (e, como se diz, da Inglaterra tambem roupas etc.) por bondade e amor paternais para apoiar seus antigos pobres concidadaos que emigraram como colonos para ca em 1819, e que estes chegaram corretamente a uma certa Comissao no Rio de Janeiro.
Nessa Comissao deve ter estado um certo Sr. Thermin, chamado consul prussiano ou encarregado de negocios no Rio, porque este veio com dinheiro e mercadorias ao local de nossa colonia, Nova Friburgo ou Morro Queimado (sim, bem dito: terra montanhosa queimada, porem fria), e permaneceu algum tempo para distribui-los entre os colonos. Mas infelizmente! Foi miseravelmente!
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Aqueles que ja haviam saido da colonia mais cedo para nao perecer nela, e procurar melhor sustento em outro lugar, nao sabiam nada de tudo isso por muito tempo, ate que um ou outro companheiro colonista veio ao nosso novo local de residencia e contou o que e como tinha sido.
Assim, o Sr. Thermin tinha uma lista de colonos que fora formada pelo paroco francofono Jacques Joye, do Cantao de Friburgo, e pelo Dr. Bazet, frances (portanto tambem sempre metendo o nariz em tudo primeiro, conforme seu costume) — na qual os francofonos foram totalmente favorecidos e os alemaes postos de lado, porque junto aos ultimos quase sempre havia uma cruz, de modo que recebiam pouco ou nada; mas os francofonos carregavam sacos inteiros de coisas.
Nesta informacao e relato todos concordavam, entao pude dar credito. Mas peco perdao pessoalmente, porque nao vi eu mesmo, pois ja havia partido ha muito e estava a 40 horas de distancia — em Sao Fidelis, 10 horas acima de Campos.
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Quando eu mesmo tive que ir ao Rio em agosto de 1823 para fazer meu exame e obter a Licentia practicandi, onde me estabeleci, e sabia desta questao apenas de forma crua e vaga, fui pessoalmente a este Sr. Thermin, na esperanca de ao menos obter algum esclarecimento sobre o assunto, mesmo sem mais fundos — mas ele nao sabia como me despachar — encolheu os ombros e alegou que ja havia prestado contas de tudo e nao tinha mais nada a ver com isso.
Desde entao, porem, tive que ouvir com certeza de companheiros colonos que eles e outros receberam dele dos mesmos subsidios — em maior ou menor quantidade, de 8 a 20.000 reis. Recentemente tambem pude descobrir que um certo Soll de Neuchatel, estabelecido no Rio e comerciando, faz emprestimos a suicos, emprestando a servico de 15%, alegando que o faz de seu proprio patrimonio particular — o ladroes!
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Sobre ele tambem se tem boa opiniao de que pertence a mesma Comissao e assim en frere explora os colonos em capital e juros. Este Soll, Thermin e Cia. — tambem devem, para aparentar, quando um colonista vem ate eles, fingir que se odeiam etc.; mas no fundo estao debaixo do mesmo cobertor.
Senhores! Escrevo a Vossas Excelencias — como ouco; — mas nenhum de nos consegue ou pode chegar ao fundo da questao com estes senhores; porque as principais pessoas de nossa colonia estao subornadas, e todos os outros sao apenas ridicularizados por elas.
Gracas a Deus! que ja ha 4 anos sai da colonia e nao precisei ver estas maquinacoes. — Mas perguntar nos sera permitido: O que ha de verdade nesta questao? Se, — quanto, — com que intencao, — e para quem estes subsidios foram coletados e enviados. Que algo assim aconteceu nao se pode negar, e nao aconteceu sem condicoes, sem explicacoes. — Reconhecemos os beneficios e a acao fraterna de nossos antigos Altos Governos e queridos velhos irmaos!
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Portanto, que tambem nos seja permitida esta pergunta: A que casa ou personagem foram enderecados e entregues estes ditos subsidios? — e que instrucoes para distribuicao e reparticao foram dadas? — Podemos naturalmente presumir Vosso cuidado paternal, que nao foi tudo tao cru e vago, ainda mais se foi algo consideravel nesta soma de subsidios!
Pois o Sr. Coronel Carl Schmidt de Solothurn disse inicialmente a seus conterraneos — que so do louvavel Cantao de Solothurn foram contribuidos cerca de 130 Louis d'or para seus cidadaos cantonais. Mas quando sua boca foi tapada, nao quis mais saber de nada. Portanto, ele tambem pertence aos etc.
Cada Alto Governo Cantonal conhecia entre seus cidadaos emigrados pelo menos um, para enviar-lhe um pequeno relatorio e assim atraves dele fazer saber a todos os outros. O que ou como deveria chegar a eles? Como formar uma reparticao? etc.
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Porem nao sabiamos nada, — nao sabemos nada, e nao saberemos nada, a menos que os Altos Governos, como dito, considerem um de seus antigos cidadaos cantonais e companheiros colonos digno de receber esclarecimento e relatorio sobre este assunto; — ou o que seria melhor para todos, — sim, altamente necessario, se a soma fosse consideravel, enviar da Suica um homem respeitavel e capaz, ou na expressao dos antigos pais: Valente, honrado, para agarrar os abutres em flagrante e destruir sua prole!
Pois a nos apenas ririam e Vossas cartas a nos apenas zombariam etc. — So acrescento ainda que nos lucernenses, a maioria, nada recebemos. Eu e minha familia nao soubemos de nada e nada vimos. Conheco tambem varios homens honestos de outros cantoes, com familia numerosa, que tiveram o mesmo destino de nada receber, e a quem ainda censuraram por querer algo, quando apenas por economia e trabalho haviam se elevado a melhores circunstancias.
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Peco ainda a um Alto Governo! com benevola aprovacao receber uma pequena descricao sobre a existencia e possivel estado dos cidadaos emigrados do Cantao de Lucerna e colonos e suas familias, para que, se houver eventual pergunta sobre um ou outro, ao menos alguma noticia possa ser dada a sua familia ou comunidade. Como e onde se encontram.
E verdade; ninguem me encarregou disso, e ninguem me pediu, mas o respeito por minha velha patria, minha antiga Alta Autoridade e meus queridos velhos irmaos me chama do mais intimo: deixe-os saber tambem como o destino quis com um ou outro dos queridos companheiros colonos durante e apos a emigracao; Tanto! — Quem nao saiu pensando: pombos assados voam na boca, e vivera sem trabalhar, sem se preocupar — nao se deu mal.
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Quem saiu com Deus! — quem saiu com prudencia! quem pensou: — Todo comeco e dificil, e nos pais teremos que experimentar e sofrer muito nos primeiros anos, mas e nosso alto dever cuidar de nossos queridos filhos e ajuda-los em seu progresso; Quem nao seguiu o proverbio: Consuetudo altera Natura: em vez de trabalhar em boas profissoes, permaneceu pastor de cabras e ordenhador de vacas, em vez de ir para boas aldeias ou cidades, preferiu armar acampamento no bosque com saco e bagagem etc. — nao se deu mal, — progride!
Certamente muitos de nos teriam saido da colonia mais cedo, se fosse permitido, ou se tivessemos dominado a lingua do pais antes; — Mas quando de Sua Majestade — nosso Imperador, foi concedida a liberdade de procurar nos mesmos o lugar para estabelecimento que achassemos bom em todo o Imperio, e em toda parte sermos chamados cidadaos conforme o conteudo do Tratado — entao comecou a debandada e a busca, onde cada um quisesse, para la ir com saco e bagagem!
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Quantos Josues e Calebes houve entao, para na vasta regiao completamente desconhecida — procurar e encontrar seu Canaa preferido, e mais facil pensar do que descrever. — Muito boa e louvavel e aqui a querida hospitalidade, e nos veio muito bem a nos pobres vacas suicas ordenhadas ate a ultima gota de dinheiro; mas pense-se tambem: A fome e boa cozinheira! pois nao olhavamos: — O que ha, — mas: quanto para comer?
Pois fazer 10 horas por dia, — montanha acima, montanha abaixo, — floresta acima, floresta abaixo, — atraves de valas e riachos, frequentemente ate acima do patrimonio vadear — isso dava apetite! Mas tudo foi esquecido, apenas para sair do deserto e escapar da miseria certamente previsivel. E gracas a Deus! as saidas deram certo; — cada um que tinha boas intencoes com esposa e filhos empreendeu as terriveis jornadas.
[Pagina 11] — Lista dos Colonos (Parte A)
A) Aqueles ainda na ou perto da Colonia:
- Hasliman Jos. Lz., de Malters ou Ruswyl; com sua esposa e 4-5 filhos. No terreno colonial n. 63. Apenas mal.
- Hunkeler Adam, de Menznau — viuvo, mas casado novamente, porem nao morando juntos, com ainda 2 filhos, profissao de alfaiate, mais ou menos!
- Huber Josef, de Grosswangen, viuvo, bem. Com ainda 4-5 filhos. Com terreno colonial n. 81. Planta, vende e faz pequeno comercio.
- Lack, Lz., de Adelboden perto de Reiden. Era viuvo, casou novamente com ma bruxa francofona — junto com 2 filhos: Severin e Jos. Lz. = n. 22 terreno, mediano.
- Lutolf Jos., de Knutwyl — sua esposa e 6 filhos. Perto da colonia, 4 leguas, em terra de cafe comprada — em direcao a Cantagalo, mais ou menos.
- Luterbach, viuva do falecido Josef, Barbara Meyer, de Sigerswyl. 1 filho — Josef —, com irmao Martin, coxo, profissao de alfaiate, o mais jovem Jos. Anton no Rio; 1 filha, Gertrud, com Sr. Frohlig, rico comerciante de Hamburgo, estabelecido no Rio, como que casada. 1 filha Cathri, casada com Sr. Dardy de Friburgo e tendo hospedaria, portanto em parte mais ou menos, em parte bem.
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- Knupp Joh. de Gross-Dietwyl = no terreno colonial n. 82 — ou agora em Cantagalo — terra propria. Com esposa e ainda 5 ou 6 filhos. Nao mal.
- Knupp Jos. falecido viuva de la, no mesmo n. 82 com 4 ou 5 ou 6 filhos. Apenas muito mal.
- Marfurt, Melchior, de Fischbach perto de Zell, no terreno colonial comprado n. 32, com esposa e 3 ou 4 filhos. Apenas magro.
- Meyer Jos. — ja 2 vezes viuvo na colonia, e deve ter casado novamente — sujeito meio estupido, mais ou menos. Foi com Wermelinger para Macae, para plantar cafe. Briga com todos os vizinhos bastante. Filha casada no Rio. Filho Jos. — nao sei.
- Stutz Caspar de Alberswyl perto de Ettiswyl, seu rapaz ora na colonia, ora fora. Um nada.
12. WERMELINGER XAVIER, de Willisau — torneiro — sua esposa e 7 ou 8 filhos; apenas simples. Arrendou o terreno colonial n. 61 e mudou-se para Macae, algo melhor e mais quente que a terra da colonia para cafe. — Esta portanto sentado na floresta com os macacos.
[Pagina 13] — Lista (Parte B)
B) Aqueles que sairam completamente da Colonia:
- Buttler Josef, de Schotz, desde outono de 1821. Comigo, sua esposa e filhos para Aldeia da Pedra, 6 jornadas da colonia, recebeu boa terra junto ao rio Paraiba; nao mal, mas preferia melhor.
- Hodel Josefs falecido viuva, de Getnau, paroquia de Ettiswyl; tambem em Aldeia da Pedra, com boa terra, bem apoiada pelo bravo filho mais velho Jakob, tanto em plantar como em trabalhar. Vao por salario, junto com o pequeno Josef e menina; nem bom, nem mau.
- a) Filha Ma. Josefa, aqui em Campos com rica viuva Donna Joanna em servico, como dama de companhia, bem crescida, gorda; e muito desejosa de casar, seria portanto facil ajuda-la com pouco.
- b) Filho Anton — aqui em Campos — nao mal casado, mas e um preguicoso!
- c) Filho Johann, tambem aqui, como aprendiz de padeiro com Sr. Jorand, friburques da colonia, como b), mas solteiro.
- Hecht Anton, aprendiz de carpinteiro no Rio desde 1822. Economizou razoavelmente, mas esta muito doente.
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- Joste, Joh. Bapt. [O AUTOR], de Willisau, desde outono de 1821. Primeiro 3 1/2 meses em Aldeia da Pedra, com capuchinho Frei di Castelli etc., depois 3 anos completos em Aldeia de Sao Fidelis, agora desde final de marco aqui na cidade de Campos estabelecido, e com patente imperial como medico e cirurgiao, felizmente curando 99 de 100; Com esposa e 4 meninos, bem satisfeito.
- Jung Melchior, mestre carpinteiro, de Grosswangen, tambem chamado Sax de Ulm, campones alto-alemao. — Com esposa e filho em Montevideu. Extremo sul do Brasil perto de Buenos Aires. Apenas magro.
- Marfurt, Xaver, irmao do n. 9 — de Fischbach. Sapateiro. Casado com 1 mulata em Sao Fidelis — exercendo a profissao, nada, sempre sedento.
- Ruttimann Jos. Vendel.: ourives de Sursee, era viuvo, desde 1821 casado novamente com Anna Maria Widmer de Kussnacht, 1 menino Johann de casa e 2 filhas pequenas do ultimo casamento; exercendo profissao em pequena escala — depois destilando licor e tendo pequena hospedaria. Aqui em Campos; trouxe a sede de casa. Mais ou menos.
- Ruttimann Michael, caldeireiro de Sursee, morreu no hospital de Macacu; Magagu, hidropico, viveu sem cuidado na viagem.
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Sua viuva Clementz Muggli e 1 menino Henrik morreram na colonia no final de janeiro de 1820.
- 1 filho Anton, ora aqui, ora la, como assim?
- 1 filho Fidel, com n. 5, Lutolf, mal tratado.
- 3 filhas em e perto de Cantagalo, com portugueses, bem.
- Suppiger Bernhard, pedreiro, de Willisau — junto com Madame Preguica e 4 meninos e 1 filhinha, desde 1822 — primeiro em Aldeia da Pedra, depois em Sao Fidelis, agora a 4 leguas da cidade de Campos, no riacho Muriae — acampando com portugueses e trabalhando em fazendas e sitios na profissao. Muita sede, como em casa, de cachaca. Mais ou menos.
- Waterwalds Anton falecido filhos 3 filhas
- a) Ma. Jos. com portugues, nao mal
- b) Regina, casada com 1 mulato, ambos nada
- c) Anna, pequena, com portugues na colonia, nao mal
Ele pai morreu na Holanda — esposa e 1 menino e 1 menina no inicio de 1820 na colonia, sao dos sitios Ohlisruthi perto de Willisau. Miseravel.
- Esqueci Elmiger, como Jos., tecelao de Berghofen. Velho soldado, velha sede, ora aqui, ora la, frequentemente com Suppiger em companhia para a cachaca.
- Waser Jost — no regimento, bravo tambor.
[Pagina 16] — Lista (Parte C)
C) De outros Cantoes, bem conhecidos por mim:
- Anklin Johann, de Liersperg perto de Delmont, Bruntrut, era cuteleiro, agora desde abril de 1823 aqui em Campos, tendo ferraria, com 3 filhas e 3 meninos. Deu-se bem.
- Frey Daniel, filho do Sr. Postmaster de Olten, desde junho de 1823 trabalhando junto com o anterior e casado com sua filha mais velha. Bem estabelecidos juntos.
- Moser Josef, de Hagendorf, Cantao Solothurn — na colonia, com esposa e familia; terreno n. 11 perto da cidade. Fornecendo muito leite, manteiga, legumes etc.; ja 3 filhas casadas e dotadas; pessoas honestas.
- Schmidt, Charles, Coronel de Solothurn, trouxe muito dinheiro e coisas para a colonia, mas arruinado por sua companhia trazida. — Quer voltar para casa, nao sei se aguenta.
- Nigg Jos. Carl de Gersau = Cantao Schwyz. Desde 1822 fora, quase sempre no e perto do Rio — varios negocios. Com esposa e 1 menina = agora bem estabelecido no Rio, cuidando do acougue de porcos.
- Ith, Major, da cidade de Berna, estava no regimento, agora casado, no meu terreno colonial n. 22. Mais ou menos.
[Paginas 17-18] — Conclusoes
Resultados que Joste pede as autoridades considerar:
1. Os pobres colonos foram continuamente prejudicados, enganados e roubados:
- a) Por colonos de alta posicao que deveriam ter cuidado deles
- b) Por europeus e alemaes de alta posicao que nao se envergonham de ter roubado
- c) Por portugueses da Direcao — do gado prometido no Tratado, mal 1/20 foi dado
2. Nossa colonia foi vendida para um lugar que NUNCA pode prosperar.
Morro Queimado fica numa serra alta, fria e nebulosa, cerca de 40 milhas, como Grisoes-Glarus-Uri-Valais etc. juntos — apenas aqui e ali um vale alto um pouco melhor para plantar feijao, milho, batatas (mal) e legumes; pois todos os frutos tropicais — bananas, abacaxis, cafe, laranjas, limoes — crescem, mas morrem com o primeiro frio.
[Paginas 19-21]
3. O buraco para sair estava tapado enquanto tinhamos dinheiro; so quando estavamos vazios a prisao se abriu.
4. Quem teve cabeca, coragem e trabalho — prosperou e se salvou.
5. Muitos sao velhos bebados e vadios — por culpa propria nao progridem.
[Pagina 22] — Encerramento
Data: 31 de dezembro de 1825
Assinatura: Joh. Bapt. Joste, Medico e Cirurgiao, m.p.
Endereco: Jean Baptiste Joste, Med. et Chirurg: Suisse, etabli dans la ville de S. Salvador [Campos dos Goytacazes], perto do Rio de Janeiro, Campos-Paraiba do Sul.
Via Sr. Frey, Postmaster em Olten, que enviara ao seu filho Daniel.
Fonte: Staatsarchiv Luzern
Transcricao: M. Lischer
Traducao: Arquivo Wermelinger (2026)
Ver original no Staatsarchiv Luzern →

